Mostrar mensagens com a etiqueta tortura. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta tortura. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 1 de setembro de 2023

Olééééé


Bordalo II a espetar um par de bandarilhas na tauromaquia. E numa das maiores salas de torturas do país: a praça de touros de Vila Franca de Xira
Quando o touro de torturado passa a torturador.

Pela abolição 💪💪💪










sexta-feira, 15 de outubro de 2021

em direcção à abolição


Dada a excessiva e sangrenta violência, e tortura, provocada em seres vivos, touros e cavalos, o governo decidiu ontem não autorizar que menores de 16 anos, anteriormente era 12, assistam às mesmas, que sejam submetidas às práticas desta barbárie.

Mesmo assim o país ainda não respeita, nem segue, as recomendações do comité das Nações Unidas para os Direitos das Crianças, de 27 de Setembro de 2019, que tinha aconselhado anteriormente Portugal que a idade miníma para assistir a tamanha crueldade fosse 18 anos.

No entanto é uma vitória por uma (longa) batalha que tem por objectivo de erradicar de uma vez por todas algo que é inqualificável e execrável, que nos envergonha enquanto país e nos impede de sermos dignos da palavra, e do seu significado, civilização.

Este é mais um passo em direcção à abolição dessa coisa abjecta que são as touradas. 💪💪










sexta-feira, 3 de junho de 2016

vil e abjecto!



A bestialidade continua a passar na RTP.
De cretinos para imbecis, de covardes para sádicos, da idade medieval para audiências doentias.





quarta-feira, 9 de março de 2016

preservar tradições, dizem os Tauromáquicos...


Se as tradições envolvendo, dor, sofrimento, crueldade e tortura, fossem mantidas, os algozes tauromáquicos e respectivos capangas, estão defendendo práticas que já foram abolidas, ou que estamos a tentar abolir em prol da evolução do ser humano.
Como por exemplo o apedrejamento de mulheres ou a excisão genital feminina.

Dirão que a comparação entre pessoas e animais não pode ser feita. Pode.
Falamos de vidas. Humanas e não humanas.
Somos todos seres vivos, somos sencientes. sabemos, e os animais sabem o que é bom e o que é mau,
Todos têm medo de algo que agride, magoa profundamente, que faz doer.
A comparação é completamente justa.






quarta-feira, 28 de outubro de 2015

(tremenda) alegria da semana


Foi hoje! 
Finalmente em termos de subsídios europeus, a barbárie perdeu para a civilização.
O parlamento europeu votou contra a utilização dos subsídios europeus para a agricultura para a criação de touros para touradas. :)))))))




terça-feira, 20 de outubro de 2015

a (hedionda) realidade das touradas por quem as viveu


«Testemunho de um Técnico de Som sobre a Barbárie Tauromáquica»

Jose Sepúlveda, técnico de som do Canal Nou e que durante algum tempo trabalhou na transmissão de touradas decidiu relatar aquilo que viu e ouviu durante estas emissões. A imagem inserida no texto é apenas para ilustração do artigo.

”Sempre que trabalhei na parte sonora das transmissões frequentemente comentava que se em lugar da banda de música, dos aplausos, dos bravos, dos olés e etc o som fosse captado pelo Sennheiser 816 (microfone que capta a grande distância e com muita qualidade) perto da arena onde se escuta perfeitamente o som das bandarilhas a entrar na pele, os mugidos de dor do animal a cada tortura que é submetido e além disso as pessoas acompanhassem os primeiros planos das feridas, dos coágulos tão grandes com a palma da mão, do sangue que jorra, do bater do coração ou o olhar do animal antes da estocada final 90% desligaria a televisão ao presenciar tamanha chacina ao ritmo de pasodoble.

Eu pessoalmente pedi para deixar de fazer esse tipo de trabalho, porque um dia em Castellón, tocou-me estar entre barreiras e fiquei muito incomodado ao escutar um touro depois do toureiro ter falhado por quatro vezes a estocada e tive que tirar os auscultadores e o animal agonizava, cuspia, afogava-se no seu sangue vindo morrer mesmo ao pé de mim apoiado na madeira e o seu olhar ensanguentado e com lágrimas, sim lágrimas, sejam ou não sejam de dor cruzou-se com o meu até que um inútil falhou duas vezes o descabelo e eu disse-lhe tudo e mais alguma coisa.

Foi aí que terminou o meu trabalho em praças de touros para toda a vida.

São sentimentos pessoais e o mais provável é que um amante da “fiesta” ache ridículo, mas para mim ridículo é quando depois de semelhante carnificina olhas para o público e vês que aplaude, come sandes sem qualquer preocupação não tendo visto nem ouvido o que eu testemunhei”.




terça-feira, 14 de julho de 2015

sou Raiva


Pisa-os Touro, pisa-os bem pisados. Não deixes nenhum por pisar.
No fim, nessa arena onde acabaste de entrar vais encontrar a morte cruel por negras e peçonhentas mãos indignas de seres humanos.

A tua voz é silenciada, a tua dor ignorada, o sangue que jorra dos músculos rasgados por um sofrimento que dizem que não sentes.
Mas enquanto te deixam, enquanto te torturam, enquanto não te fazem ajoelhar exausto a espumar sangue da boca, destroçado por bandarilhas, luta, vinga os teus irmãos que como tu vão morrer atrozmente à mão de covardes toureiros.

Por não respeitarem a tua, que os forces a pensar que talvez a daqueles que tentas afastar de ti e que tanto fazem sofrer possam valer mais.
Nós somos muitos e estamos por vocês todos. Somos muitos e seremos as vossas vozes em todos os sítios onde a tua vida senciente não seja respeitada.

Mas eu sou Raiva por não perceber porque fazem isto, sou Raiva por não perceber porque deixam fazer isto, sou Raiva por não perceber porque passam isto nas televisões, sou Raiva por não perceber porque assistem a isto, sou Raiva por não perceber porque apoiam isto.
Porquê?? Porquê??

Nas touradas, corridas, largadas, garraiadas, como quer que seja, onde quer seja, onde quer que estejas, onde quer que sofras, sou Raiva... e lágrimas também.
















terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

o circo e os animais





A parede não o deixa recuar mais. Está acorrentado a uma bicicleta caída sobre si. Seu instrumento de trabalho e tortura. Está encurralado e não pode fugir. Tem um olhar de medo profundo. De pânico. De quem sabe o que vem a seguir.

Quem vê esta fotografia, não pensa que quem, sim é um quem, vê o homem a aproximar-se dele, sabe que vai doer, sabe vai ser magoado e tem medo disso.
Medo verdadeiro. Ele sabe, ele reage, ele pensa. Ele sente.

É um macaco. Mas é um ser senciente. Tal como nós. Sabe o que é bom e o que é mau. O que o conforta e protege e o que magoa e assusta. Tal como nós.
Sabe avaliar o meio que o rodeia e reagir perante ele. Tal como nós.

Está num circo e é treinado brutalmente e cruelmente. A não obediência implica mais dor, a não aprendizagem implica mais castigos.
Quem está na assistência não pensa nisto, ou não quer pensar, não sabe, ou não quer saber.
Isto não se passa à frente dos olhos que o vêm na pista de um circo.
A assistência só vê o lado colorido de um animal que é fofo, exótico, que faz coisas engraçadas com a bicicleta e a faz rir. Aplaudem e apontam o dedo e dizendo - “Olha o macaco, olha o macaco na bicicleta!!”

Mas o macaco que os diverte paga um preço pesado.
Paga com a sua liberdade. Paga com o confinamento a uma jaula quase tão pequena como ele. Paga com tristeza, dor, sofrimento e medo.
Com uma vida mais curta que o normal. Paga por não estar no seu habitat natural onde pertence. Por não comer o que ele sabe que devia comer.

Quem vai ao circo com animais contribuí para que animais como este macaco, sejam mantidos como ele e paguem da mesma maneira que ele paga.
Por isso os circos com animais têm que acabar.

Porque são lugares cruéis. Onde não há respeito, carinho e ternura por eles.
Onde estão impedidos à força, à bruta, de ser o que a sua natureza lhe diz para ser.
Quem não percebe isto, que veja esta fotografia e se ponha no seu lugar. Fique acorrentado, entalado entre uma parede e uma ameaça com um chicote na mão.
Que substitua o olhar apavorado de um animal senciente por outro olhar apavorado de outro animal senciente. 
O que lê este texto.



A fotografia do chinês Yongzhi Chué a vencedora do World Press Photo 2015 na categoria Nature.
Retrata a aproximação do treinador Qi Defang ao macaco que é exibido num circo de Suzhou, Anhui province, China

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Eles adoram touros e depois... torturam-nos


Os toureiros e a tauromaquia adoram realmente o touro. Fazem muitas festinhas, carícias e cantam canções de embalar.

Picam o touro com lanças na ganadaria, são mal tratados no transporte para arena. São desidratados, dão-lhe laxantes, turvam-lhe a visão e dificultam a sua respiração. 
E os carinhos prosseguem. Serram os seus cornos a sangue frio, ferem-lhe as patas e os testículos, e ainda os colocam em lugares escuros sem luz para quando forem para arena estarem cegos e investirem perigosamente quando o que eles querem é fugir porque estão cheio de dores e encadeados.

Entretanto na lide o seu amor aos touros é bem evidente. 
Espetam-lhe ferros que lhe rasgam os músculos do cachaço e pescoço. Perfuram~lhe os pulmões, sofre hemorragias, perdendo cerca de seis litros de sangue.
Confundem-no com os volteios das capas enquanto as bandarilhas vão rasgando ainda os seus músculos.
O rabujador aquele que puxa pela cauda, provoca-lhe luxações da coluna a um animal em sofrimento e enfraquecido pelas continuas perdas de sangue. Este rabujador e os forcados são uns valentes porque conseguem pegar de caras um animal que já está tão enfraquecido que por vezes não consegue correr e até cai de exaustão.

Depois da lide as farpas são retiradas com facas cortando de novo os músculos rasgados, cauterizam as feridas com maçaricos mais uma vez a sangue a frio e o tour desenvolve febres e infecções que não são tratadas e ainda esperam vários dias para irem para o matadouro, onde este infeliz ser vivo finalmente tem o descanso final.

Sem esquecer os outros bichinhos de estimação deles, os cavalos.
Ao fim, literalmente, meia dúzia de espectáculos macabros, morrem por causa das feridas infligidas pelo touro e pelas esporas dos toureiros que os forçam a fazer algo que eles não querem, aproximar-se de um touro ferido de morte.

Esta merda de gente, inútil, cheia de sadismo e covardia, ama mesmo muito os seus touros e os cavalos, claro.




domingo, 29 de junho de 2014

José Saramago e as touradas


Se carregarem nos títulos de cada texto encontrarão a fonte dos mesmos. Pertencem ao blog http://abolicionistastauromaquiaportugal.blogspot.pt/.

Leiam-nos. É doloroso e triste, mas leiam-nos. É inacreditavelmente muito mais para o touro e para os cavalos. 
Quem não ler está a favorecer a manutenção de uma actividade inútil para a sociedade, praticada e vista por potenciais psicopatas. Exactamente o que esta criminosa, abjecta, indústria de morte e tortura e os sádicos que a praticam e assistem pretendem: manter as pessoas na ignorância.

Leiam. Pelos touros e por nós, seres humanos.


"O touro vai morrer..."




"O touro entra na praça. Entra sempre, creio. Este veio em alegre correria, como se, vendo aberta uma porta para a luz, para o sol, acreditasse que o devolviam à liberdade. Animal tonto, ingénuo, ignorante também, inocência irremediável, não sabe que não sairá vivo deste anel infernal que aplaudirá, gritará, assobiará durante duas horas, sem descanso.
O touro atravessa a correr a praça, olha os “tendidos” sem perceber o que acontece ali, volta para trás, interroga os ares, enfim arranca na direcção de um vulto que lhe acena com um capote, em dois segundos acha-se do outro lado, era uma ilusão, julgava investir contra algo sólido que merecia a sua força, e não era mais do que uma nuvem. Em verdade, que mundo vê o touro?" (…)

"O touro vai morrer. Dele se espera que tenha força suficiente, brandura, suavidade, para merecer o título de nobre. Que invista com lealdade, que obedeça ao jogo do matador, que renuncie à brutalidade, que saia da vida tão puro como nela entrou, tão puro como viveu, casto de espírito como o está de corpo, pois virgem irá morrer. Terei medo pelo toureiro quando ele se expuser sem defesa diante das armas da besta. Só mais tarde perceberei que o touro, a partir de um certo momento, embora continue vivo, já não existe, entrou num sonho que é só seu, entre a vida e a morte."

José Saramago, Cadernos de Lanzrote, Vol II


É isto cultura? É isto civilização?




"(...) Refiro-me a essas vilas e cidades onde, por subscrição pública ou com apoio material das câmaras municipais, se adquirem touros à ganaderias para gozo e disfrute da população por ocasião das festas populares.
O gozo e o disfrute não consistem em matar o animal e distribuir os bifes pelos mais necessitados. Apesar do desemprego, o povo espanhol alimenta-se bem sem favores desses. O gozo e o disfrute têm outro nome. Coberto de sangue, atravessado de lado e lado por lanças, talvez queimado pelas bandarilhas de fogo que no século XVIII se usaram em Portugal, empurrado para o mar para nele perecer afogado, o touro será torturado até à morte. As criancinhas ao colo das mães batem palmas, os maridos, excitados, apalpam as excitadas esposas e, calhando, alguma que não o seja, o povo é feliz enquanto o touro tenta fugir aos seus verdugos deixando atrás de si regueiros de sangue.

É atroz, é cruel, é obsceno.Mas isso que importa se Cristiano Ronaldo vai jogar pelo Real Madrid? Que importa isso num momento em que o mundo inteiro chora a morte de Michael Jackson? Que importa que uma cidade faça da tortura premeditada de um animal indefenso uma festa colectiva que se repetirá, implacável, no ano seguinte? É isto cultura? É isto civilização? Ou será antes barbárie?"

José Saramago, Caderno de Saramago, Vol II, 29 de Junho de 2009





quarta-feira, 26 de junho de 2013

dia internacional de Apoio às Vítimas da Tortura


Abomino as touradas. Abomino os toureiros, abomino os aficionados. 
Considero-os sádicos, covardes e mentalmente desequilibrados. São pessoas violentas e naturalmente com uma tremenda disposição para a violência. Psicopatas.

A tauromaquia e a sua industria, vivem da tortura deliberadamente praticada num animal. Ela está pensada desde que o touro nasceu até à sua morte em agonia nos bastidores de uma arena. Ele sofre ao longo da sua vida maus tratos de uma crueldade difícil de imaginar.

Numa tourada, a sua carne é rasgado por arpões e ferros. As vértebras do seu pescoço são seccionadas e cortadas pelas suas pontas destes ferros mais de oito centímetros de comprimentos enterradas no seu cachaço. Sempre que ele corre (tenta fugir da dor e sofrimento que lhe é imposto) o voltear destes ferros na sua carne provocam feridas que atingem mais de vinte centímetros de profundidade em forma de círculo. 

Os seus pulmões são perfurados pelos estoques e lanças que o fazem deitar sangue pela boca a cada tentativa de respiração.
Ele perde mais de seis litros de sangue durante a tortura que lhe é praticada numa tourada. 
O rabujador, o toureiro que violentamente lhe puxa o rabo depois de uma pega, desloca-lhe a coluna coluna vertebral.
Os volteios das capas servem para o cansar ainda mais e torná-lo tonto e visualmente confuso.
Os forcados (que pensam que são valentes!) só entram depois os touro ser lidado e estar num estado de tal exaustão que frequentemente não consegue carregar sobre quem lhe provoca tanta dor.

Depois de lidado sofre uma agonia excruciante, sozinho e sem cuidados veterinários depois de retirado de uma arena. A sua carne frequentemente não pode ser consumida porque não é tratado e as sua feridas desenvolvem infecções.

Antes de uma tourada, dias antes de os covardes toureiros o lidarem, desidratam-no, provocam diarreia através de laxantes. A ponta dos seus cornos são serrados violentamente e a sangue frio que provocam mais uma vez nele dor e uma sensibilidade quase insuportável no animal.
A visão é propositadamente tornada turva através de substâncias que o impedem de ver como deve ser. Os seus pulmões são obstruídos e a sua respiração dificultada para que perca o seu fôlego rapidamente e atinja a exaustão também rapidamente.

A tourada para além do touro é uma tortura para outro animal que também está lá involuntariamente, o cavalo.
Ele é ferido quando o touro carrega. Um cavalo aguenta no máximo cerca de seis touradas. Depois disso é fisicamente incapaz de regressar a uma tourada. 
Frequentemente morre na arena pela investida do touro em dor e sofrimento. Ou pelo seu ventre rasgado pelo cornos do touro ou por ataques cardíacos que sofre devido ao medo, stress por enfrentar um animal que não quer e pelo esforço físico que lhe é imposto durante a tourada.
As esporas do cavaleiro entretanto rasgam-lhe a pele quando este o impele a enfrentar o touro.

Por tudo isto dedico o Dia Internacional de Apoio às Vítimas da Tortura, aos touros e cavalos que sofrem uma tortura atroz, cruel e desnecessária para apenas para divertimento de gente bárbara, abjecta e mentalmente desiquilibrada que gostam de ver um ser vivo e senciente ser fisicamente destruído à frente dos seus sádicos olhos.








quinta-feira, 4 de outubro de 2012

dia mundial dos Animais


É  um dia dedicado...

... a todos os animais que nos amam incondicionalmente e a quem nós animais humanos fizemos uma promessa de carinho, do conforto de um lar e que unilateralmente lhes quebrámos essa promessa, abandonando-os à sua sorte, sozinhos, mal tratados e sem protecção.

...a todos os touros que sofrem dolorosamente com a sua carne rasgada por bandarilhas, fracos por perdas de sangue, confundidos por volteios de capas, acossados e desesperados que querem e desejam fugir, mas que não conseguem porque friamente lhes retiram essa possibilidade numa arena impiedosamente redonda e fechada.

... a todos os touros, cavalos, cães, galos e outros animais que impotentes e angustiados, sentem e pressentem a sua morte e sofrimento em arenas de sangue, para gáudio de selvagens sanguinários.

... a todos os animais que estão privados e desalojados dos seus espaços naturais, que viram as suas personalidades quebradas e domadas, que se encontram enjaulados e manietados, algures num circo ou num jardim zoológico.

... a todos os animais que "vivem" em quintas de criação intensiva,  que sacrificam as suas vidas em prol da nossa, que são servidos à nossa mesa em pratos de restaurantes ou embalados e colocados em prateleiras de supermercados, como se eles crescessem e estivessem sempre lá e que são mal tratados e desrespeitados através de todo o processo que os leva a esse derradeiro sacrifício.

... a todos os animais que são alvos de experiências e sofrem anonimamente horrores em laboratórios, para que possamos ter um medicamento mais eficaz ou um cosmético que celebre a vaidade humana.

... a todos os animais que são chacinados e torturados, vítimas do preconceito, da superstição e crendices ou ainda porque viram o seu habitat ser invadido e destruído pela espécie humana que anteriormente não estava lá.


E finalmente é um dia dedicado...

... a quem faz das suas vidas, uma luta para melhorar as vidas dos animais que não foram amados da mesma maneira que nos amaram.

... a quem vê nos direitos animais uma extensão lógica e merecida dos direitos humanos.

... a todos os que amam, cuidam e protegem os seus companheiros de vida.