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domingo, 4 de junho de 2023

4 Junho de 1989 - Massacre de Tiananmen


O regime ditatorial de Xi Jinping, cada vez mais se empenha em apagar as memórias do que aconteceu na Praça de Tiananmen, onde milhares de pessoas, a mior parte estudantes, foram massacrados enquanto lutavam pelos seus direitos e liberdade.
Foi há 34 anos. 

Lembrar para não esquecer










sábado, 4 de junho de 2022

massacre da Praça Tiananmen - China, 33 anos e milhares de mortos depois


A 4 de Junho de 1989, na Praça Tiananmen em Pequim, sob a presidência de Deng Xiaoping, tanques militares marcharam sobre milhares de pessoas pro-democracia. Militares dispararam indiscriminadamente sobre os manifestantes, assassinando-os cegamente.
Até hoje, 33 anos depois ainda não se sabe qual quantos milhares de protestantes terão morrido no massacre desta praça. Houve um número indeterminado de presos cujo destino ainda permanece desconhecido. A recolha das vítimas foi feita por buldózeres.

Activamente, a China tem procurado apagar todas as memórias de um dos acontecimentos mais tristes e violentos da década de oitenta.
Memoriais erigidos foram desmantelados, fotografias e memórias apagadas, notícias e textos jornalísticos eliminados e adulterados.
As famílias têm dificuldade em visitar, são impedidas de encontrar os túmulos dos seus mortos.
Muitos têm as suas campas não identificadas.

Trinta e três anos depois a China continua a ser totalitária, longe da democracia, sem liberdade de expressão pessoal e de imprensa, e tem uma das formas mais selvagens de capitalismo: o comunista.

Para que o mundo, e particularmente a China, jamais esqueça os milhares de mortos nesse dia, no massacre da Praça Tiananmen no dia 4 de Junho 1989.







quarta-feira, 4 de junho de 2014

Massacre de Tiananmen - para não esquecer


Foi há 25 anos.
Na sequência de várias semanas de protestos pró-democracia e liberdade de imprensa muitos milhares de pessoas e entre eles muitos estudante, juntavam-se na Praça Tiananmen em Pequim (Beijing), capital da China.

Na madrugada do dia 4 de Junho de 1989, a mando do governo chinês de Deng Xiaoping, milhares de soldados com tanques invadiram a praça.

O resultado foi uma matança cujo número ainda hoje está por ser determinado, apesar de se estimar que entre 2500 a 4000 pessoas terão morrido nesse dia.
Para o governo chinês quase nada aconteceu. Aproximadamente 200 mortos parece ser o número oficial das autoridades chinesas
No dia seguinte pouco chineses sabiam o que tinha acontecido. O governo chinês bloqueou toda a informação no que respeita ao massacre ocorrido.
No cemitério onde muitos estão enterrados, as sepulturas não estão identificadas.

Ainda hoje tal acontece. Manifestações são proibidas e a policia vigia o local com particular atenção nos dias 4 Junho. Qualquer pessoa que tente recordar quem morreu arrisca-se a ser detida.
Nestes dias a praça está controlada pela policia e os habitantes de Pequim sabem que não se podem aproximar.
A China de alguma maneira ajuda a preservar a memória da brutal repressão militar. Uma praça praticamente vazia onde o silêncio reina é a melhora maneira de chorar que lá morreu. Lágrimas que não se ouvem por uma resistência que falhou, um ideal que caiu. O regime comunista chinês continua de pedra e cal. Mantém o controlo sobre a vida dos chineses e a censura continua a existir na imprensa.
As redes sociais (Facebook, Twitter) não existem e foram substituídas por redes sociais internas. A liberdade, a todos níveis, na China mantém-se uma ilusão, uma miragem. Algo que ainda tem que ser alcançado.

Mas Tiananmen tem um símbolo da sua resistência. O Homem do Tanque é o símbolo dessa resistência.
Aliás é o símbolo de todas as resistências. 
Com dois sacos de plástico na mão, de camisa branca e calças pretas, sozinho, fez parar uma coluna de tanques. 
Não se sabe quem é verdadeiramente (talvez Wang Weilin) ou o que lhe terá acontecido.
Há quem acredite que foi executado, foram muitas as execuções após o massacre. Há quem afirme que está preso até ao final da sua vida e há quem afirme que desapareceu na multidão.
Aparentemente pensa-se que o destino mais provável tenha sido mesmo a execução.




A pretensão do regime chinês é fazer com que o massacre de Tiananmen vá caindo aos poucos e poucos no esquecimento.
Isso é algo que não podemos deixar que aconteça. Foi há 25 anos. Importante não esquecer.