Em ano de pré-pré-pós-pandemia, a Esteira esteve moribunda.
Esteve de facto próxima de acabar por atirar toalha ao chão. Afinal a Esteira conta com 12 anos e tudo o que tem um início também tem um fim.
Como um pugilista que cambaleia, que já não suporta mais pancada, e quando a queda e o KO se anunciam, o gongo soa e este recupera no seu canto para mais um assalto. Assim foi a Esteira.
Mesmo ligada às máquinas ela recuperou e chegou ao seu décimo segundo ano de existência. Vamos ver se o conclui...
Para já continua com os seus temas preferidos: música, alguns livros, alguma poesia, curtas de animação, alguns toques de humor e ironia, anti-touradas, claro, e com um imenso carinho e aflitiva preocupação pelo nosso planeta e ambiente.
Uma das mais longas rubricas do blog, Uma Música para o Fim de Semana (que por esta altura já leva umas redondas quatrocentas edições), vai-se manter mas sem esforço. Ou seja, irá aparecer sempre que necessário e não forçosamente todos os fins de semana. No entanto continuará, na essência, dedicada à música portuguesa.
O número de posts, que em anos anteriores eram furiosamente lançados, deverá continuar contido à semelhança de 2019 e 2020.
Mas é altamente que tenha durado até aqui.
Como já escrevi em posts, poucas coisas na minha vida duraram tanto como a Esteira.
Portanto, em dia de São Martinho, celebremos 12 anos de Esteira com... castanhas e vinho 🍷🌰
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