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sexta-feira, 29 de abril de 2022

o PCP em poucas e simples palavras


Tentarei resumir como vejo a posição do PCP relativamente a todas as questões que envolvem a Ucrânia e a sua invasão em palavras simples.

A primeira palavra que me ocorre no imediato é abjecta.
Depois é subserviência. À Rússia, claro. Há quem fale o nome correcto mais correcto seria... PZP.
Penso agora em cristalizado. No passado, no tempo, na ideologia. Vive ainda nos tempos de Estaline, Lenine e de outras personalidades macabras da história russa e soviética, incluindo o actual facínora Putin.
Uma outra palavra que definitivamente não se aplica ao PCP: Decência. Completa ausência. Nem um pingo dela.
Extinção ou próximo disso. É o que muitos antevêem ao PCP em quaisquer eleições a que se apresente a partir de agora.
Finalmente a última palavra, aquela que actualmente sinto pelo PCP: inqualificável.






terça-feira, 19 de abril de 2011

um mau serviço ao país


O Bloco de Esquerda e o PCP prestaram um mau serviço ao país.

Ao rejeitarem um encontro com o FMI, puseram nas mãos dos restantes partidos e parceiros sociais, todas negociações com este organismo.

Incluindo a própria banca que estes dois partidos tanto gostam de detestar.

Recusaram as suas próprias responsabilidades.
Ficam sem moral para acusar, protestar, planear manifestações, seja o que for, uma vez que nem sequer disseram que não em sede própria.
Não foram à luta e preferiram a fuga para a frente.

Retiraram força negocial ao país quando este mais precisava dessa força.
Na prática foram coniventes e alinharam com o FMI nas condições que este vier a impor. Aceitaram explicitamente o que vier a ser decidido.
Isto é talvez o que menos se espera de qualquer partido político, principalmente os de esquerda, que supostamente tanto defendem o estado social e os que mais dele necessitam.

Desiludiram o país e principalmente quem votou e confiou neles.
O PS e José Sócrates agradecem.