Mostrar mensagens com a etiqueta soul. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta soul. Mostrar todas as mensagens

domingo, 28 de janeiro de 2018

Myles Sanko em concerto


Ontem, o cantor soul, britânico Myles Sanko, deu um excelente concerto, o quarto e último do tour em Portugal, com soul muito jazzístico onde a maior parte do alinhamento pertencia ao mais recente, o seu terceiro álbum de 2016, intitulado Just Being Me.

Com um timbre de voz grave e controlado que não anda muito longe da do grande Gregory Porter.  Sanko canta um soul genuíno, fixe, bem conseguido, a convidar ao movimento e à dança, muito bem suportado por uma banda rica em sonoridades e texturas musicais: trompete, saxofone tenor, flauta, guitarra, baixo, orgão e bateria.

Soube comunicar, cativar o público e trazê-lo para o seu lado, quebrando a tradicional e formal distância entre palco e audiência, participando nos temas ora instando à dança.

A estreia do cantor no universo soul foi em 2013 com Born in Black & White numa edição de autor. No ano seguinte e graças ao apoio financeiro obtido com crowdfunding, lançaria o Forever Dreaming. 2016 é o ano de Just Being Me e 2017 é um ano de sucesso intenso para Sanko: quase uma centena de apresentações fazendo as primeiras partes dos concertos de Gregory Porter.

Mas o britânico tem um percurso musical curioso: iniciou-se no hip-hop, entrou nas águas movimentadas do funk, foi atraído para o soul e por influência do próprio Porter está a entrar no mundo fascinante do jazz.
Acredito que nos próximos anos, Myles Sanko vai-se tornar uma voz a ter em conta. Para quem esteve nestes quatro concertos em território nacional, vai lembrar-se dele muito facilmente num futuro próximo.

Muito bom.







sábado, 30 de julho de 2016

uma música para o fim de semana - Cais Sodré Funk Connection


O que é prometido é devido :)

Os Cais Sodré Funk Connection já tinham pisado o palco da Esteira e tinha escrito que eles voltariam.
É hoje. Voltam com quatro expansivos e exuberantes temas de funk e soul, cheios de alguma loucura.
As quatro músicas foram gravadas em contextos diferentes:
  • Getting the corners aos 0.04 minutos
  • Are you somebody começa aos 3.22
  • C'mon baby inicia-se a 6:26
  • Summer days of fun arranca aos 9:11

De longe prefiro a versão de Summer Days of Fun do vídeo está abaixo deste.
A voz de Tamin (na fotografia com Silk) está gloriosa, com um timbre límpido e seguro, a cantar sem qualquer tipo de esforço e a encarnar perfeitamente a sonoridade veranil.


Bom fim de semana :)









sábado, 9 de abril de 2016

uma música para o fim de semana - Cais Sodré Funk Connection




Há uma bela dose de loucura e despreocupação no colectivo Cais Sodré Funk Connection.
Yep! O nome diz tudo. São de Lisboa, oriundos do Cais Sodré e dedicam-se ao funk, o mais puro funk. O funk de James Brown, Ottis Reding, Marvin Gaye e por aí fora. Dois mais dois igual a quatro.

Eles são nove. Pouco vulgar para uma banda portuguesa.
Francisco Rebelo em baixo, João Cabrita toca dois saxs, o tenor e barítono, João Gomes nos teclados, o trompetista José Raminhos, Miguel Marques sopra num trombone, Rui Alves é bateria de serviço, os grandes trunfos deste noneto, os vocalistas Silk e Tamin e o nono elemento que fecha os Funk Connection é o Tiago Santos com a guitarra.

Começaram com You Are Somebody de 2012 e já este ano há pouco mais de 2 meses, lançaram o seu segundo álbum, o Soul, Sweat & Cut The Crap.
Se levarmos à letra o título do mais recente trabalho, eles deixaram-se de merdas, lançaram-se ao trabalho suando que nem uns cavalos e alteraram a sonoridade do primeiro álbum conferindo atributos com mais alma, com mais soul no segundo álbum. Uma espectacular maneira de explicar o que fizeram com este álbum, ou seja, foram directos ao assunto.

Conseguiram melhorar o que já era bom. Se o primeiro álbum vivia de covers e standards do génios do funk, neste segundo escreveram os seus originais e dirigiram-se claramente para o soul, mas sem nunca esquecer o registo original do funk.
Mas nem só de soul ou do funk que estes nove lisboetas vivem. Espalham e espelham na sua música, os aromas do jazz e dos blues.
Portanto no que toca a influências e no que me diz respeito, eles acertaram em cheio no meu jackpot musical.

Offbeat lança o Soul, Sweat & Cut the Crap.
A sua música é plena de paixão, cheia de entrega, groove, energia e good vibes. É difícil ficar quieto quando se ouve Cais Sodré Funk Connection em estado puro.
Silk é absolutamente extraordinário!

Creio que mais semana, menos semana, estes tipos vão tocar na minha sala...

Bom fim de semana, cheio de ritmo e boa onda. Apreciem a chuvinha. :)






quinta-feira, 24 de julho de 2014

Amy Whinehouse - três anos de silêncio


Carregou os seus demónios dentro si, até ao momento em que já não os aguentou mais.
Só algumas pessoas talvez percebam o peso que eles provocam na alma, o quanto ela pode ser devastada por por quem quem não os domina.
A crítica, o julgamento é fácil por que não os tem ou pensa que não os tem.

Ontem, a voz de Amy Whinehouse fez três anos que se calou, mas o seu silêncio incomoda. :(






quarta-feira, 14 de setembro de 2011

a última pérola de Amy


Hoje Amy Winehouse faria 28 anos, foi por isso decidido divulgar também hoje um dueto que ela gravou - a sua última gravação - com Tony Bennett.
O tema chama-se Body and Soul e que constará no álbum de duetos do cantor que previsivelmente será lançado ainda este mês.
É a última pérola de Amy.


sábado, 23 de julho de 2011

uma música para o fim de semana - Amy Winehouse




É uma sugestão triste e é a primeira canção não portuguesa que aparece em "uma música para o fim de semana".

A cantora britânica Amy Winehouse morreu hoje com 27 anos, aparentemente vítima de uma overdose.
O que talvez não seja de espantar e fosse até previsível dado os seus antecedentes de consumo de álcool e droga, com passagens por várias clínicas de reabilitação, e extrema degradação física que tinha atingido.

Aqui vai um dos meu temas preferidos - Tears Dry on Their Own.
É do seu segundo (e agora último) álbum Back to Black.