Mostrar mensagens com a etiqueta casamento homossexual. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta casamento homossexual. Mostrar todas as mensagens
sexta-feira, 2 de julho de 2010
um país muito à frente
Mesmo estando na bancarrota e meio soterrados em cinzas, os islandeses dão liçoes de tolerância e cidadania.
Etiquetas:
casamento homossexual,
Islândia,
Johanna Sigurdardottir,
Jonina Leosdottir,
primeira ministra islandesa,
sociedade
quinta-feira, 10 de junho de 2010
viva as noivas!!!
Teresa Pires e Helena Paixão fizeram história no dia 07 de Junho deste ano.
Tornaram-se o primeiro casal gay a casar-se ao abrigo da nova lei do casamento homossexual recentemente aprovada por Cavaco Silva.
Teresa e Helena vivem juntas há oito anos com as suas duas filhas (16 e 10 anos), resultado de relações heterossexuais anteriores.
Já anteriormente, em Fevereiro de 2006, tinham dado a cara pelo casamento homossexual ao tentarem o casamento que lhes foi recusado. Foi uma tentativa que lhes trouxe mediatismo e reconhecida coragem. Confrontaram abertamente o público em geral com o preconceito homossexual sem no entanto recorrerem ao exibicionismo chocante que muitas vezes contribui para a retracção do público mais moderado, potencialmente mais evoluído e aberto a este tipo de uniões, extremando simultaneamente as opiniões negativas e contra.
O primeiro teste à abertura da opinião pública talvez comece mais agora do que até antes do casamento.
Será através das reacções do dia a dia que as filhas deste casal irão enfrentar que se poderá ter uma ideia do nível de homofobia e aceitação da sociedade portuguesa. Por agora diria que o país passou com distinção. Sem manifestações contra ou protestos irados, comportou-se de uma maneira calma e pacífica, diria até civilizadamente.
O comportamento discreto de Teresa e Helena muito contribuiu para isso.
Talvez tenham sido o melhor agente de mudança de mentalidades que a comunidade gay poderia desejar.
A aprovação do casamento homossexual passa muito pela coragem destas duas mulheres e é justo que elas entrem para a história como o primeiro casamento gay português.
Parafraseando Neil Armstrong quando pisou a Lua pela primeira vez - "uma grande passo para a vida de Teresa e Helena, um passo gigantesco para o país".
Viva as Noivas!!!
fotografia Teresa Pires e Helena Paixão (fonte Google Imagens)
sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
casamento homossexual ? claro que sim!
Ainda têm dúvidas ??
Portugal está prestes a avançar um pouco mais na igualdade dos seus cidadãos ao consagrar o direito ao casamento por parte de homossexuais.
É um absurdo e de um bairrismo heterossexual atroz, pensar que só estes é que têm direito ao casamento e ao amor. Como se o casamento fosse apenas um exclusivo hetero.
Defendo desde que me lembro que se existem dois sexos, porque é que é considerado "normal e natural" as relações entre sexos diferentes? Porque é que não se pode escolher o sexo igual ? O que define a "naturalidade" ? É o peso da maioria ?
É muito cínica e hipócrita a posição da igreja nesta matéria. É uma entidade que em última análise e subliminarmente é homossexual. É uma entidade machista. É gerida por homens que claramente renegam a mulher para papeis secundários, que não promovem a igualdade entre homens e mulheres no seu seio. É uma entidade não contribui para a "normalidade", não contribui para a procriação, para a preservação e continuidade da espécie humana. São tão inúteis deste ponto de vista quanto a homossexualidade. Não lhes reconheço moral para tomarem partido ou aconselharem a sociedade portuguesa sobre este tema.
Felizmente que não se vai para o referendo. Os portugueses não são suficientemente evoluídos para decidirem via referendo se dois parceiros do mesmo sexo têm ou não direito à consagração do seu casamento.
Provavelmente quem defende a realização do referendo, não questionou o facto de não ter sido realizado um para o Tratado de Lisboa. Que definitivamente é mais relevante, mexe muito mais com a nossa vida, com o nosso dia a dia, com a nossa soberania e independência do nosso "quintal" do que o casamento homossexual, ou, se deve ou não chamar casamento a uma ligação institucional entre parceiros do mesmo sexo.
No caso do Tratado de Lisboa, o povo português não foi esclarecido, ficou na ignorância, timidamente ensaiou protestos sobre a não realização do referendo para no final encolher os ombros e ir à vida.
Diz-se que apesar de tudo a nova legislação não vai evitar a descriminação da homossexualidade, acredito que não. Mas vai atenua-la, vai esbate-la, vai ajudar a torna-la "normal". Vai ser o primeiro passo para os seguintes, nomeadamente a adopção.
Casamento homossexual ? Claro que sim!
Portugal está prestes a avançar um pouco mais na igualdade dos seus cidadãos ao consagrar o direito ao casamento por parte de homossexuais.
É um absurdo e de um bairrismo heterossexual atroz, pensar que só estes é que têm direito ao casamento e ao amor. Como se o casamento fosse apenas um exclusivo hetero.
Defendo desde que me lembro que se existem dois sexos, porque é que é considerado "normal e natural" as relações entre sexos diferentes? Porque é que não se pode escolher o sexo igual ? O que define a "naturalidade" ? É o peso da maioria ?
É muito cínica e hipócrita a posição da igreja nesta matéria. É uma entidade que em última análise e subliminarmente é homossexual. É uma entidade machista. É gerida por homens que claramente renegam a mulher para papeis secundários, que não promovem a igualdade entre homens e mulheres no seu seio. É uma entidade não contribui para a "normalidade", não contribui para a procriação, para a preservação e continuidade da espécie humana. São tão inúteis deste ponto de vista quanto a homossexualidade. Não lhes reconheço moral para tomarem partido ou aconselharem a sociedade portuguesa sobre este tema.
Felizmente que não se vai para o referendo. Os portugueses não são suficientemente evoluídos para decidirem via referendo se dois parceiros do mesmo sexo têm ou não direito à consagração do seu casamento.
Provavelmente quem defende a realização do referendo, não questionou o facto de não ter sido realizado um para o Tratado de Lisboa. Que definitivamente é mais relevante, mexe muito mais com a nossa vida, com o nosso dia a dia, com a nossa soberania e independência do nosso "quintal" do que o casamento homossexual, ou, se deve ou não chamar casamento a uma ligação institucional entre parceiros do mesmo sexo.
No caso do Tratado de Lisboa, o povo português não foi esclarecido, ficou na ignorância, timidamente ensaiou protestos sobre a não realização do referendo para no final encolher os ombros e ir à vida.
Diz-se que apesar de tudo a nova legislação não vai evitar a descriminação da homossexualidade, acredito que não. Mas vai atenua-la, vai esbate-la, vai ajudar a torna-la "normal". Vai ser o primeiro passo para os seguintes, nomeadamente a adopção.
Casamento homossexual ? Claro que sim!
Subscrever:
Mensagens (Atom)
