segunda-feira, 15 de abril de 2013
sábado, 13 de abril de 2013
uma música para o fim de semana - The Black Mamba
Começou por ser o nome que me levou a ouvi-los. The Black Mamba. É o nome de uma das cobras mais venenosas de África e deve o seu nome ao facto do o interior da sua boca ser preta quando ela a abre ou para ataque ou apenas para intimidar.Musicalmente, são três músicos portugueses, o Pedro Tatanka, Ciro Cruz e o Miguel Casais, todos eles influenciados pelos ritmos afro-americanos do soul, jazz, blues e funk e que se juntaram nas noites quentes de Lisboa no verão de 2010
Começaram por ser uma banda de covers e de standards que tocaram em
bares durante algum tempo, mas um dia decidiram que queriam tocar os seus originais e deixar os bares para passarem a pisar palcos.
Em Maio de 2012 lançam o álbum homónimo - The Black Mamba - e ficam logo debaixo das luzes da ribalta.
It Ain't You é o tema que lançou o álbum.
Depois dos Expensive Soul, HMB e Orelha Negra, os The Black Mamba é o quarto grupo nacional que passa pela Esteira que faz da música negra e em particular do soul, a sua forma preferida de cantar o que lhes vai na alma, o que aliás se adequa perfeitamente.
Bom fim de semana :)
Ever since the day you left me
I fell apart
Cloudy days, rainy nights
Tears from my heart
I needeed someone strong carry on
I needed some love but I was grown strong
It ain't you baby
I ain't me no, no
It´s a pain from love
And it's growing strong
It ain't you baby
It ain't me no, no
I became someone you don't know
Someone you don't want me to be
But the world is always changing
And I'm changing with it
But some things never change
Nothing you can do
Love is always there
There for me and you
It ain't you baby
It ain't me no, no
It's a pain from love
And it's growing strong
I ain't you baby
It ain't me no, no
It ain't you baby
It ain't me no, no
It's a pain from love
And it's growing strong
I ain't you baby
It ain't me no, no
I hope one day
Some of our dreams come true
Even if I die
I will always love you
Baby
It ain't me no, no
It's a pain from love
And it's growing strong
It aint't you baby
It ain't me no, no
It's a pain from love
And it's growing strong
It ain't you baby
It ain't me no, no
I hope one day
Some of our dreams come true
Even if I die
I will always love you
Please, please, please
quarta-feira, 10 de abril de 2013
segunda-feira, 8 de abril de 2013
sábado, 6 de abril de 2013
uma música para o fim de semana - Sebastião Antunes
É um regresso e em sentido contrário.
Sebastião Antunes e a Quadrilha já tinham passado pela Esteira com a Cantiga da Burra aqui.
E se a Cantiga da Burra é de cariz nitidamente popular, tradicional e extrovertida, quer na letra quer nos arranjos musicais e a colaboração dos mirandeses Galandum Galundaina só reforçava ainda mais essa tradicionalidade portuguesa, o tema deste fim de semana cai quase no lado oposto.
Quando a Noite Já ia Serena - pertence ao álbum Com um abraço - é uma balada, com um forte pendor intimista e pessoal. E tal como a anterior música de Sebastião Antunes também aqui a participação da voz do caboverdiano Tito Paris reforça esse toque de introversão.
É difícil não nos identificarmos com a música para este fim de semana. Ela é sobre histórias e segredos que habitam em nós. Histórias que ficaram suspensas ou que acabaram cedo de mais, por vezes mal chegando a começar. Que não queremos que vejam a luz e a cor dos dias porque doem, porque ardem, queimam e são amargas. Todos nós temos histórias assim.
Mas no fundo ainda bem que elas existem. Pior que elas existirem, era talvez nunca terem existido.
Bom fim de semana :)
trazia um quarto fechado no olhar,
E uma viagem que planeava,
mas não começava para nunca acabar.
Tinha um sorriso guardado em segredo,
mas não sorria para não o contar,
tinha uma chave que fechava o medo,
nalgum arvoredo onde não queria entrar.
E quando a noite já ia serena,
disse-me a frase mais terna que ouvi:
Valeu a pena. Mesmo que o fim da história seja aqui.
E quando a noite já ia serena
disse-me a frase mais terna que ouvi:
Valeu a pena. Mesmo que o fim da história seja aqui.
Tinha uma nuvem da cor do mistério,
tinha palavras da cor do saber,
tinha vontades de brincar a sério,
mudar de hemisfério para não se perder.
Tinha lembrança da cor do poente,
tinha o poente inteiro no falar,
guardava o sol no esconderijo ardente,
tão quente, tão quente, já quase queimar.
E quando a noite já ia serena
disse-me a frase mais terna que ouvi:
Valeu a pena. Mesmo que o fim da história seja aqui.
E quando a noite já ia serena
disse-me a frase mais terna que ouvi:
Valeu a pena. Mesmo que o fim da história seja aqui.
Trazia a paz de uma dor que se apaga,
e um calor que se quer apagar,
como quem grita do alto da fraga,
que a vida nos traga distância para andar.
Deixou correr o licor dos sentidos,
até que o dia nos veio acordar,
de mãos trocadas, de braços caídos,
achados perdidos.
Veio a manhã levezinha e serena,
cantar-me a frase mais terna que ouvi:
Valeu a pena. Mesmo que o fim da história seja aqui.
Veio a manhã levezinha e serena,
cantar-me a frase mais terna que ouvi:
Valeu a pena. Mesmo que o fim da história seja aqui.
Valeu a pena. Mesmo que o fim da história seja aqui.
quinta-feira, 4 de abril de 2013
percussão II
Aqui ficam os esclarecimentos.
Espero que não tenham apostado nos cavalos errados... ;)
segunda-feira, 1 de abril de 2013
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