segunda-feira, 19 de novembro de 2012
sábado, 17 de novembro de 2012
uma música para o fim de semana - Rui Veloso & Expensive Soul
Ambos são do norte (Porto e Leça da Palmeira) e ambos já passaram por aqui.
Ao primeiro chamam-lhe o pai do rock português e os segundos voltaram a colocar o soul português na ribalta nacional e democratizaram-no.
O veterano Rui Veloso e os recentes Expensive Soul juntaram-se e fizeram um duo.
Mr Dow Jones é uma sátira divertida e bem conseguida aos mercados financeiros, à globalização e ao consumismo.
O tema - ainda a cheirar a novo uma vez que foi lançado para as playlist das rádios no passado dia 12 de Outubro - faz da parte do novo álbum de Rui Veloso, um disco de duetos, a ser lançado no final deste mês - Rui Veloso e Amigos.
Para além dos Expensive Soul, Rui Veloso convidou Camané, Jorge Palma, Luís Represas e o muito saudoso Bernardo Sasseti. Com eles, o pai do rock português revisita 13 temas pouco conhecidos do público, uma espécie de conjunto de lados B da sua carreira.
Desta vez não é necessário escrever a letra de Mr Dow Jones.
Só faria uma alteração. Ia aos lamas do Tibete, tirava-lhes os Rolex dos pulsos e oferecia-lhes Omegas.
Rui, da próxima vez tens que falar comigo ;).
Bom fim de semana :)
quinta-feira, 15 de novembro de 2012
terça-feira, 13 de novembro de 2012
Marcelo & Merkel
O Marcelo Rebelo de Sousa resolveu fazer um vídeo comparando a Alemanha com Portugal.
Não está lá grande coisa.
Falta-lhe um pouco de imaginação na maneira como está dirigido e escrito, mas parece que deu para chatear a neo-imperialista da Merkel porque não esta autorizou a divulgação da habilidade marcelista na Alemanha.
Foi amiga ;)
segunda-feira, 12 de novembro de 2012
domingo, 11 de novembro de 2012
sábado, 10 de novembro de 2012
uma música para o fim de semana - Fausto Bordalo Dias
Pelas montanhas da cordilheira dos Andes, uma espécie de coluna dorsal de toda a América do Sul, andei de bicicleta, andei a cavalo e andei pelo meu próprio pé.
Se há lugares onde pertenço, claramente a montanha é um deles. Entre elas sinto-me em casa. São lugares onde sinto e consigo encontrar paz tremenda. São lugares cuja beleza e força falam comigo num diálogo sem palavras.
Elas atraem-me.
Não apenas pela paisagem, não apenas pelo branco da neve, do verde das árvores, do azul ou cinzento dos céus, pelos reflexos dos lagos ou dos jogos entre a luz e as sombras.
Seduzem porque são envolventes. Porque são belas e elegantes.
Porque as montanhas são sábias e têm vontade própria. Umas vezes querem-nos lá, outras não. Por vezes fazem-se difíceis e testam a nossa vontade e determinação.
No meio delas descobrimos quem somos. Conhecemos os nossos limites. Trazem ao de cima o melhor e o pior de nós.
Se fossem mulheres seriam voluptuosas e de personalidade volátil. Seriam mulheres de mistério e de caprichos. Inconstantes, por vezes fatais.
Seriam capazes do maior dos carinhos e também da maior das rejeições. Seriam capazes de nos acariciar com a mais suaves e doce das brisas, como nos afastariam e cegariam sem dó nem piedade com ventos gritantes e ásperos.
Elas seriam dúvida mulheres difíceis. Por vezes conquistadas, mas nunca domadas.
Mas no entanto, sempre atraentes, sempre belas e elegantes.
Sempre fascinantes e sedutoras.
Por tudo isto quando pensei que música haveria de sugerir para o primeiro fim de semana do meu regresso, Fausto e seu último trabalho, lançado em 2011, Em Busca das Montanhas Azuis e o tema Fascínio e Sedução veio quase de imediato a cabeça.
E elas são muito luxuriosas
na sua lascívia
e muito se animam em gestos
por luxuriar
e transluzem
na dança das pernas
pela arte das mãos
os olhos que brilham e fitam
de alto a baixo
a questão
Subscrever:
Mensagens (Atom)






