segunda-feira, 20 de agosto de 2012
domingo, 19 de agosto de 2012
dia mundial da Fotografia 2012 - Timothy Allen
Pode ser num país longínquo ou ao sair de nossa porta, mas sempre com os sentidos mais apurados, buscando aquilo que a rotina não permite ver.
Viajar é por definição explorar e quase sempre ficar surpreendido.
O fotógrafo Timothy Allen é tudo isto. Ele é sinónimo de viajar. O que faz sentido, uma vez que fez parte da equipa que filmou e fotografou a incrível série BBC Human Planet.
Esta série mostra o impacto que o ser humano teve e tem, para o bem e para o mal, no habitat que o rodeia, como foi a nossa adaptação aos mais diversos ambientes.
Mostra as relações que comunidades mais ou menos longínquas estabelecerem entre si e com a natureza que os envolve.
Timothy nasceu em 1971 em Inglaterra e licenciou-se em zoologia. Durante três anos viajou pela Indonésia onde descobriu que a fotografia era a sua paixão.
Em finais de 2007 a BBC chamou-o para fazer parte como fotógrafo da equipa BBC Human Planet.
Durante cerca de dois anos ele viajou e fotografou mais de quarenta países, construindo um imenso portefólio sobre aquilo que a humanidade é.
Do seu trabalho enquanto fotógrafo BBC, escolho para o dia mundial da fotografia,.uma fotografia que ilustra um indígena da Papua Nova Guiné exibindo no seu rosto cores tribais.
As tais cores que não sabemos que existem, os aromas que intuitivamente sabemos que não conhecemos e o tal choque cultural que nos diz que o mundo é bastante diferente daquele que nós usualmente nos movimentamos e conhecemos.
sábado, 18 de agosto de 2012
uma música para o fim de semana - Íris
Estes rapazinhos, os Íris, nasceram em 1979 no Algarve.
Não sei se neste momento eles ainda mexem, mas aparentemente em 2009 lançaram o seu último álbum chamado Sueste e 2011 ainda tocaram na concentração de motards organizada pelo Motoclube de Faro.
Ao longo dos seus trinta e poucos anos de carreira, editaram sete álbuns, com o primeiro - Vão dar banhó cão - a ver a luz do dia em 1995.
Ao longo dos seus trinta e poucos anos de carreira, editaram sete álbuns, com o primeiro - Vão dar banhó cão - a ver a luz do dia em 1995.
Deles não me recordo grande coisa, mas lembro-me perfeitamente do inevitável Atira'tó mar, uma versão tuga muito sui generis do Knock on Heaven's Door de Bob Dylan e cantada com o característico e castiço sotaque algarvio.
Um tema bem fixola para "uma música para o fim de semana" continuar na senda do verão.
A canção é de 1997 e surge no segundo disco, com o mesmo nome da banda, Íris.
Mó, o qu'é fazes aqui?
M'ai porqu'é que tu me dêxás-te da mão?
Já tô fart' de pensar em tí!
Tens má mania, c'até dá dó!
Atira-tó mar e diz que t'emperrarem
Atira-tó mar e diz que t'emperrarem
Bêja-me da boca e chama-me Tarzan
Bêja-me da boca e chama-me Tarzan
Bom fim de semana :)
Mó, o qu'é fazes aqui?
M'ai porqu'é que tu me dêxás-te da mão?
Já tô fart' de pensar em tí!
Tens má mania, c'até dá dó!
Atira-tó mar e diz que t'emperrarem
Atira-tó mar e diz que t'emperrarem
Bêja-me da boca e chama-me Tarzan
Bêja-me da boca e chama-me Tarzan
Bom fim de semana :)
quinta-feira, 16 de agosto de 2012
terça-feira, 14 de agosto de 2012
comunhão
A pureza, a ternura e o carinho que emana desta fotografia que circula pelo FB é imensa.
O cão, que se chama Schoep, é velho, tem 19 anos e sofre de artrite. Uma das maneiras que o seu dono, John Unger, tem de o ajudar é levá-lo para um lago. Schoep bóia, proporcionando-lhe alívio das dores que as artrites lhe provocam e adormece no peito do seu dono.
O focinho revela uma grande paz e tranquilidade. Está sem dores, relaxado. Parece que sorri. Está confortável, está no peito do seu dono, na pessoa que ele ama e confia.
Por sua vez o John está sereno. Parece que está igualmente a sorrir e talvez esteja de olhos fechados, como que a saborear o momento. Está cuidar e ajudar o seu velho companheiro de vida, que ele salvou quando o encontrou com cerca de oito meses de idade apresentando sinais de espancamento.
E se John o salvou, o seu cão retribuiu da mesma maneira. Quando a sua noiva rompeu com ele, John teve pensamentos suicidas.
Uma noite dirigiu-se para o Lago para se matar, Schoep percebeu que algo estava errado com o seu dono e não o largou, esteve sempre com ele. Nessa altura a dedicação do seu cão levou-ou a desistir da ideia de pôr um fim à sua vida.
Quando levou Schoep para o lago, sabia que o seu companheiro estava em sofrimento. Mal conseguia levantar-se com as dores da artrite. A medicação que lhe estava a ser dada parecia não ser o suficiente para diminuir o seu sofrimento. Sabia que estava na altura de o deixar partir. Talvez tenham sido os seus últimos momentos juntos.
É preciso amar e ser amado por um animal, para se perceber a essência desta fotografia.
E se a fotografia em si é extraordinária, a mensagem que nos transmite é maravilhosa.
Dois seres vivos muito distintos entre si em comunhão e partilha de afectos.
Dedicado ao Thor. Um companheiro querido de 15 anos que me deu tudo quanto podia dar e que partiu há quase um ano.
segunda-feira, 13 de agosto de 2012
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