sábado, 30 de julho de 2011

uma música para o fim de semana - Sérgio Godinho & Caetano Veloso


Memórias :).
Revisitar uma cidade, Lisboa, e duas grandes vozes, ambas atlânticas mas de lados opostos, Sérgio Godinho e Caetano Veloso.

As fotografias ilustram bem Lisboa e os seus ambientes.





O tema Lisboa que Amanhece cantado em dueto com Caetano Veloso surge no álbum Irmão do Meio de 2003.

sexta-feira, 29 de julho de 2011

é pena ainda não ter preço definido...


Para os que estão prestes a iniciar férias e ainda tem o bolso cheio com o subsídio de férias. eis a sugestão de um veículo adequado ;)








O iate Tropical Island Paradise foi desenhado pela Yacht Island Design e vai ser colocado brevemente no mercado, mas apesar de ainda não ter preço definido é para pessoal com os bolsos meeeeeesmo cheios.



segunda-feira, 25 de julho de 2011

Grande Ecrã - The Way Back (Rumo à Liberdade)


Esperava mais do realizador do Clube dos Poetas Mortos e de Truman Show.
Estes dois filmes têm algo que Rumo à Liberdade não tem: emoção.

Rumo à Liberdade conta a história (supostamente) verídica da fuga a pé numa caminhada de cerca de 6400 quilómetros, de um grupo de prisioneiros políticos de um gulag soviético em plena Sibéria até à chegada à índia.

O filme é bom, tem interesse e o facto de ser verídico dá-lhe uma dimensão extra.
Mas ao longo de pouco mais de duas horas, são raras as vezes que o realizador e argumentista Peter Weir nos consegue pôr dentro dos personagens, quando o consegue é através de Ed Harris, do que vai lá dentro, quer do ponto de vista da determinação anímica quer do ponto de vista dos sofrimentos físicos.

Os olhos e os rostos dos actores são quase sempre frios e pouco comunicativos.
Parece que o realizador deu mais importância à dimensão das paisagens do que à dimensão humana.
Conhecemos superficialmente as suas histórias pessoais e no final quando esperamos algo mais sobre o que sucedeu aos protagonistas não surge nada.
E ao longo da épica travessia não é dado ao espectador referências temporais que o situem na acção.

Num conjunto de actores muito homogéneo, Jim Sturgess (Janusz) e claro Ed Harris (Mister Smith) estão acima da médio do grupo.
Colin Farrel compõe um interessante Valka mas peca pela excessiva plasticidade e pela quase caricatura do seu personagem.

É um filme a ver, mas parece algo desequilibrado e monótono na maneira como é filmado.
É excelente a maneira como é filmada a gélida Sibéria, mas pouco convincente a (tentar) filmar a inclemência do Deserto de Gobi e zero no que respeita à dureza dos Himalaias.
Quando esperávamos um filme de emoções, temos um filme documental.
Talvez influência da presença da co-produção da National Geographic.





sábado, 23 de julho de 2011

uma música para o fim de semana - Amy Winehouse




É uma sugestão triste e é a primeira canção não portuguesa que aparece em "uma música para o fim de semana".

A cantora britânica Amy Winehouse morreu hoje com 27 anos, aparentemente vítima de uma overdose.
O que talvez não seja de espantar e fosse até previsível dado os seus antecedentes de consumo de álcool e droga, com passagens por várias clínicas de reabilitação, e extrema degradação física que tinha atingido.

Aqui vai um dos meu temas preferidos - Tears Dry on Their Own.
É do seu segundo (e agora último) álbum Back to Black.





sexta-feira, 22 de julho de 2011

Steve McCurry - um blog, uma página, outras realidades


Texto previamente publicado na revista de artes on line Textualino, alguns dias antes de partir para uma viagem pela África Oriental.


Daqui a poucos dias vou viajar. É uma das duas coisas que mais gosto de fazer na vida. A outra, também ela associada à viagem é fotografar.

Antes de viajar faço sempre trabalho de casa. Conhecer previamente o(s) país(es) que me vai(vão) receber.

Desse trabalho de casa, procuro conhecer um pouco das sua gentes, história, religião, cultura e etnia.
Conhecer aquilo que se chama os “do & don’t do” de quem viaja.

A outra parte desse trabalho de casa é tentar conhecer fotograficamente o país ou a zona para onde vou.
A ideia aqui é perceber como se pode abordar o país da paisagens, dos monumentos, dos rostos e dos seus costumes.
Recorro muito a revistas, à Internet e a… Steve McCurry.
Não tanto pelos sítios por onde viaja, mas por aquilo e pela intensidade que fotografa quando viaja.

A minha inspiração está na sua página oficial e no seu blog. Diria que são dois Steve McCurrys.
O Steve McCurry da página oficial é profissional e comercial. Tudo o que faz aqui é planeado e pensado. É perfeito. Os temas, as cores, a composição. O momento.
Visitar as galerias desta página é dar a volta ao mundo, Um mundo social e paisagístico certamente desconhecido e muito diferente daquele por onde a nossa rotina passa.
Aqui encontro aquelas fotografias que olhando para elas e não percebo como são feitas, aquelas que pergunto a mim próprio como é que se tira uma igual. Parecem impossíveis.
É o Steve McCurry que venero.

Depois há o Steve McCurry do blog com o qual tenho uma grande empatia.
É um Steve McCurry igualmente poderoso – algumas fotografias estão também na sua página oficial – mas é mais “acessível”, mais humano e descontraído na sua maneira de fotografar.
Torna-se um fotógrafo mais ingénuo, que se aproxima mais de nós. Deixa-se tocar. Conhecemos o seu pensamento e as suas impressões.
Este é o Steve McCurry que mais gosto e admiro. O meu professor.

Vale a pena conhecê-lo, a ir para além da fotografia da rapariga afegã que o celebrizou, Sharbat Gula.


Entrar na força dos olhos, no sorriso, às vezes da dor de quem é tocado pela câmara dele.
Conhecer as condições de vida muitas vezes brutais do Afeganistão ou Paquistão, o dramatismo e surrealidade da guerra, conhecer as gentes e as cores da Índia, da antiga Birmânia ou de Nova Iorque.

É um convite para viajar pelo mundo pelos olhos de Steve McCurry. Muitas vezes é um outro mundo e outras realidades que ele nos apresenta.

Deixem-se fascinar.

terça-feira, 19 de julho de 2011

um garanhão este DSK


O pobre Dominique Strauss-Kahn confessou à sua mulher que não poderia ter violado a empregada do hotel em Nova Iorque porque não estava em condições de o fazer, uma vez que tinha estado a fazer sexo non stop com três mulheres em simultâneo algumas horas antes de ser preso.
Seria uma espécie de festa de despedida de solteiro antes de anunciar a sua candiadtura à presidência francesa.
Ahh claro!!! exclamou ela aliviada.