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terça-feira, 10 de maio de 2011

Grande Ecrã - Thor



Quem me conhece sabe que gosto de mitologias e entre elas a nórdica.
E quem me conhece sabe também que o meu cão se chama Thor. A outra opção para o seu nome seria Zeus.
Assim, entre o deus grego dos trovões e o seu homólogo nórdico, optei pelo segundo.
Esta foi a principal razão pela qual fui ver Thor, pelo meu cão :).


Na verdade Thor é um filme que é fácil de ver. Não exige muito de quem o vê.
É dinâmico, tem cenários grandiosos e tem acção que ajuda a prender a nossa atenção. É pleno de fantasia, pródigo em efeitos especiais e um par de actores cujos nomes por si só atrai gente a uma sala de cinema.

Aborda a amizade e a lealdade como valores a ter em conta e que no fim a traição acaba por ser castigada. O bem triunfa sobre o mal e ainda arranja espaço para o previsível amor entre Thor e Jane que certamente será desenvolvido numa quase certa sequela.

Dos actores, Chris Hemsworth (Thor) com o principal papel e com um corpo e aspecto de lutador de wrestlermania não é ofuscado pelos oscarizados Natalie Portman (a astrofísica Jane Foster) e Anthony Hopkins (Odin, o pai de Thor) que não deslumbram mas cumprem facilmente a sua obrigação, apesar de Tom Hiddleston de conseguir ir um pouco mais além como o perfídio Loki, irmão de Thor.

Thor vem na linha de um conjunto de filmes que pretendem continuar a trazer para o cinema a constelação de herois que a Marvel criou.
Homem de Ferro, Homem Aranha, Quarteto Fantástico, X-Men são alguns dos que já foram lançados e todos com sequelas garantidas.
Para breve e ainda dentro do universo Marvel aguarda-se com expectativas Capitão América e Avengers.

Com quase duas horas de duração,Thor é um bom filme de entretenimento e um bom filme de fim de semana.




segunda-feira, 28 de março de 2011

Grande Ecrã - O Ritual (The Rite)



Depois de ter visto o icónico Exorcista - na versão Director's Cut - e o clássico O Exorcismo de Emily Rose, entre outros, fui ver O Ritual sem grandes expectativas, mesmo tendo o selo de ter sido parcialmente inspirado em factos verídicos.
Na verdade fui vê-lo por Anthony Hopkins (padre Lucas). E talvez por ele e apenas por ele tenha valido a pena ir vê-lo.
Digo talvez, porque através dele, reconhecemos em padre Lucas, alguns dos traços e trejeitos que tornaram Hannibal Lecter um dos "maus" mais fascinantes do cinema.

Quanto ao resto... nada de especial. 
Não consegue criar grandes sobressaltos no espectador, é sempre possível ir adivinhando o que se vai passar a seguir e prever o desfecho final.
A caracterização da transformação dos rostos quando possuídos é a que se espera que aconteça.
Ficam algumas pontas soltas não resolvidas durante o filme. Como por exemplo a não valorização da possessão do miúdo e o porquê do truque do sapo. 

Um dos pontos que podia trazer mais valias ao argumento, que seria a utilização das dúvidas do jovem seminarista Michael Kovak com mais vocação para a psicologia e cepticismo que para a religião e para Deus é desperdiçada em diálogos sem grandes consequências.

Colin O'Donoghue é um salobro e pouco convincente Michael Kovak. Um jovem oriundo de uma família que tradicionalmente onde se gere o negócio de família de uma casa mortuária ou se abraça a vida religiosa. Kovak decide pouco convictamente pela segunda hipótese e torna-se seminarista.
No entanto confrontado com uma falta de vocação, este é enviado para Roma pelo seu superior para tirar um curso onde possa aprender as artes do exorcismo. Meio pelo qual irá conhecer o pouco ortodoxo padre Lucas.
Neste curso conhece a jornalista Angeline, que está interessada na convivência e experiências de Kovak com o padre Lucas. 
Angeline, que tal como a prestação de Alice Braga que a compõe, é uma personagem secundária, quase ausente e praticamente sem influência no desenrolar da história. 

Mas para além de Anthony Hpkins, O Ritual tem outro ponto positivo. Permitiu-me rever a velha Roma. Uma cidade histórica, colorida, caótica e cheia de vida.